Tecnologia não é a forma certa de distrair o seu filho!

Muitos pais encontram na tecnologia formas de prender a atenção da criança. A falta de tempo (e paciência!) é um dos fatores que levam papais e mamães a deixarem seus filhos em frente ao computador, televisão e até mesmo com um celular na mão. Mas será que este é o caminho correto?

A televisão é uma espécie de babá eletrônica, já que prende a criança da forma que poucas pessoas conseguem. Mas o que ela está assistindo? Estimula algo ou simplesmente o deixa quieto? Especialistas são ABSOLUTAMENTE CONTRA a televisão para os pequenos. Criança deve brincar! É brincando que ela aprende!

Da mesma forma, celulares e computadores também são prejudiciais para a garotada! Em frente à tela eles não criam, não imaginam, não se mexem. É tudo pronto, é tudo programado para que a criança fique estática e não desenvolva absolutamente nada.

Sua infância x Infância do seu filho

As crianças de hoje em dia vivem conectadas e às vezes isso se torna motivo de orgulho para alguns pais. Muitos acham que têm filhos desenvolvidos, que estão no início de uma preparação para o mundo moderno.

Mas será que isso é realmente bom? Vamos voltar ao seu passado. Ao ano de 1900 e bolinha. Havia computador? Havia celular? E qual a sua capacidade hoje? Você passava horas e horas acordado jogando, teclando, assistindo? E hoje, como é a sua vida?

Existem crianças que choram, esperneiam, gritam quando os aparelhos eletrônicos lhes são tirados. Até mesmo na hora do jantar ou almoço. Não conseguem mais viver sem a tecnologia. E olha que são apenas crianças…

Não criam, não imaginam, não fazem. Apenas assistem, teclam, olham. Que mundo é este? O virtual está levando as nossas crianças para o inexistente, um mundo onde porcos e galinhas ensinam o que é certo ou errado através da televisão.

Mas, calma. Ainda há esperança! Lembre-se da sua infância e mostre aos seus filhos que o mundo é muito mais divertido que as várias polegadas da televisão. O sol é muito melhor que o controle remoto. A chuva interessa mais que o canal de desenho. A paisagem real está pra fora da janela…

Viva! E deixe que os seus filhos vivam!

O que é de menino ou menina?

De tudo o que tem acontecido no mundo, alguns fatos têm me tocado muito. No último sábado estávamos em um evento infantil promovido em um parque público, onde João ganhou uma bola rosa. Passadas algumas horas, uma mãe nos chama para perguntar se o meu filho não queria trocar de bola com a filha dela, justificando que a bola dele era a rosa e a dela era azul. João recusou, queria a rosa.

Após a recusa a mãe diz: “Mas rosa é de menina e azul é de menino”. Essa fala acabou desencadeando um diálogo e, posteriormente, minhas reflexões.

João respondeu: “Todas as cores são de meninos e meninas, dividir cor só deixa todo mundo triste. Eu até ia trocar, mas ela tem que aprender a gostar de azul, né mamãe?’
Eu: “Se você quiser pode trocar, filho.”
João: “Não, mamãe. Eu posso emprestar pra ela, mas todas as cores são de todo mundo.”
Mãe: “Coitado, se levar a bola rosa pra brincar, nenhum menino vai querer brincar com ele.”
Eu: “Pois ele já jogou muito futebol com uns garotos. E se ninguém quiser brincar por causa da bola eu agradeço, sinal que não é boa pessoa.”

João para a outra criança: “Quer brincar com a minha bola e eu brinco com a sua? Depois na hora de ir embora a gente troca.”
Falei em tom calmo e ele em tom mais calmo e educado possível, mesmo assim a senhora saiu resmungando e nos maldizendo. João ficou triste porque a criança ficou triste, mas ao mesmo tempo entendeu a situação e saiu brincando com sua bola rosa.

Já eu, fiquei com dó da menininha, uma criança que provavelmente crescerá em um mundo cercado de regras machistas e não poderá aproveitar a infância de forma livre e completamente feliz.

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Eu cresci em uma casa em que a mãe sempre trabalhou fora e, aos domingos, o pai cozinhava. Uma casa em que todo o trabalho era dividido igualmente entre homens e mulheres. Sempre tive noção do mundo machista em que vivia quando as pessoas comentavam na minha frente, mesmo quando eu ainda era criança, sobre o absurdo que era minha mãe trabalhar tanto. Meu pai cozinhar aos domingos era supervalorizado pela sociedade, enquanto em casa era apenas mais uma tarefa dele. Joguei futsal durante o ensino médio e, durante os jogos, os homens iam nos assistir, tantos corpos correndo era uma atração e tanto.

Nunca fui a mulher padrão e nunca gostei de homem padrão. Inteligência sempre foi afrodisíaco, beleza exterior e popularidade nunca me atraíram. Padrões nunca me interessaram e eu não sabia o motivo real disso.
Anos depois, virei mãe e, acreditem, mãe de menino sofre. Desde o nascimento já arrumam namoradas para a criança recém-nascida, já o acusam de galanteador caso sorria para alguma moça bonita, dão bolas de futebol de presente, carros e caminhões. À medida que o meu filho foi crescendo, o ensinei que só se namorava quando adulto e, para ele, namorar era dar uma piscadinha que ele fazia para homens e mulheres.

Brincar de boneca é uma brincadeira normal, que mal tem? Ele vê o pai cuidando dele e faz igual na boneca. Não, ele não tem bonecas. Nunca pediu e nunca partiu de mim comprar, assim como não compro outros brinquedos que não despertem o seu interesse, mas se pedisse, não exitaria em comprar.

Sua atividade preferida é lavar louça. Ele nos ajuda a organizar a casa, ele brinca do que sente vontade e segue as suas leis quanto a orientação sexual, cores e brincadeiras. A única regra aqui é respeito e educação acima de tudo, a partir do momento em que essa regra é seguida, ele está livre para ser o que quiser.

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Não quero que o meu filho seja um super-herói iludido, quero que ele se torne um homem digno e saiba que precisará lutar para conseguir vencer na vida. Tenho visto tantas meninas sendo criadas como princesas, se tornando mulheres frustradas com a realidade, mães fúteis e mulheres vazias, e meninos se tornando homens grosseiros, pais sem tato e também frustrados com a realidade. Pessoas frustradas com a sexualidade, com o trabalho, com toda a vida que as cerca e tudo isso por medo de quebrar as regras que lhes foram impostas desde a infância.

Vamos devolver ao mundo cidadãos de bem, onde o rosa não seja cor “de menina” e azul “de menino” e onde imposições sociais infundadas não sejam impostas desde o nascimento.

O mundo em forma de amor

“O amor nasce em forma de criança
Chegando ao mundo como uma nova esperança
Um pequeno ser humano que veio pra amar
Mostra o amor, mas também vem nos ensinar

O pequenino nos traz a paz
Ensina aos adultos como é que se faz
Neste mundo cercado de rancor
Com um sorriso, eles nos mostram o seu valor

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Sorriem como se não houvesse amanhã
Sem problemas, sem precisar de um divã
Qual a razão de tirar o sorriso de um bebê?
Incompreensível, basta deixá-los viver

É hora de parar pra pensar
E nas crianças, parar de descontar
Elas não têm culpa dos problemas
Contas, dívidas, o complicado sistema

Que assim como vieram ao mundo elas possam crescer
Com calma e carinho, possam se desenvolver
A pressa é inimiga da perfeição
Deixe-os viver, para que não tenha rejeição

E criem um mundo diferente
Deste que vivemos atualmente
E com amor possam sempre mostrar
Que a solução será sempre amar…” (Felipe Kohatsu)

2º setênio da Pedagogia Waldorf

Nossas crianças entram atualmente para a escola no limiar do 2° setênio. A passagem para o ensino médio ocorre no 3° setênio. O professor de classe que as acompanham em todos esses anos, toma-se, portanto, a figura central para a criança. Esta relação, chamada de “autoridade amada”, por Rudolf Steiner, se estende, no caso ideal, a todos os adultos “dignos”. É particularmente importante que ela exista no professor de classe. O que é, então, essa “autoridade” ?

R. Steiner não cansa de descrevê-la. Pode-se dizer que ela constitui uma das suas maiores descobertas antroposóficas. Mas para descrevê-la, ele tinha a necessidade de recorrer a um vocabulário comum que costuma designar, via de regra, algo diferente daquilo que ele tinha em mente. Os significados comuns e steinerianos coincidem no aspecto de o adulto poder dizer à criança algo que ela realmente precisa fazer. As diferenças surgem quando se quer investigar o “por quê?”

Normalmente entende-se por autoridade um reconhecimento que se baseia no poder. Quando essa autoridade exterior funciona, o poder não precisa entrar em função, mas o fato de ela poder ser invocada lhe dá o seu fundamento. Fora do espaço da pedagogia, costuma ser chamado por “autoridade” o indivíduo em quem se tem confiança, porque goza de uma certa consideração. Ora, a criança tem, em relação à autoridade, uma confiança cuja base é diferente daquela que um adulto desenvolve, por exemplo, em relação a um cientista. Convém compreendera base dessa confiança.

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O imperador Augustus indicou em seu testamento, na parede de um templo, na cidade moderna de Ankara (Monumentum ancynarum), duas formas de poder: “auctoritas” e “potestas”. “Potestas”, o poder, não cabe na Pedagogia. Procuremos então entender coma mentalidade de uma criança, a “auctoritas”, a autoridade. Ela designa uma relação que é reconhecida espontaneamente por quem a sente. Ela não pode ser imposta pela força por aquele que a exerce. R Steiner descobriu que a criança sadia sente, de uma maneira elementar e sadia, a necessidade de tal liderança. Ela se colocará, quase que instintivamente, em tal relação diante de qualquer professor. De início, essa relação se manifesta como um “apoiar-se” indiscutível, mais tarde, aproximadamente a partir do 9° ano de vida, essa relação é permeada por um sentimento de delicada afeição. A criança sente o desejo de levantar os olhos para um adulto, e o adulto se mostrará digno dessa veneração, na medida em que ele próprio estiver empenhado em um constante aprendizado. A busca incessante e a vontade de sempre aprender, constituem meios pedagógicos muito eficientes. Correspondem ao desejo da criança de amar seu mestre, pois ela sente e adivinha o caráter íntimo de um adulto com um acerto assombroso.

Por enquanto, só a organização física e etérica da criança está disponível para ser usada, por isso aparecem instintos que decorrem dessa parte disponível. A partir do 7° ano de vida, a ligação como os pais é completada por uma disposição mais sutil, exclusiva do homem, para se ligara outras pessoas com as quais se dispõe a ter uma afinidade anímico-espiritual. Essa afinidade é esperada pela criança nas profundezas da sua alma quando ela vem a conhecer uma pessoa e, a seguir, um número maior de pessoas no momento de entrar na escola. Ela está ansiosa por ter essa relação, pois ainda não possui um organismo intelectual bem desenvolvido nem uma sensibilidade artística individual, seus sentidos ainda precisam ser treinados. O corpo etérico ainda não está bem plasmado e o corpo astral ainda não se libertou. Em seu interior, a criança está cheia de expectativa, esperando que o professor perceba, no lugar dela, a realidade do mundo exterior e a revele para ela. Ela confia inteiramente no julgamento do professor. Essa confiança inata só pode surgir no ser humano, pois ele quer, no fundo, relacionar-se como seu passado. Essa relação tem um caráter cármico, se não houver problemas. Pode ajudar-nos a idéia de que existe, desde há muito tempo, uma relação cármica entre os professores e as crianças e que estas “querem” ser alunos justamente desse mestre, de acordo com o seu plano de vida. Em inúmeras outras escolas há uma troca de professores depois de poucos anos, para que não se estabeleça um vínculo. O professor Waldorf, ao contrário, procura manter a colaboração necessária e proveitosa com a sua classe durante muito tempo.

É uma tarefa essencial do professor dessa faixa etária, corresponder na medida do possível a esse anseio da criança. A criança muito lhe perdoará se tivera sensação de estar sendo percebida, compreendida e amada por ele. O adulto deve respeitar o ser humano em evolução, se o seu trabalho é para ser fecundo. A criança sente uma profunda satisfação quando o professor leva a sério as suas próprias palavras e instruções e espera que elas sejam executadas. Se não o faz, destrói a sua própria autoridade. Quando possui uma segurança tranqüila e até, bondosa, a classe se sente protegida sob a sua direção. Ela agüentará, eventualmente, uma atitude menos calma da autoridade, quando o professor for capaz de responder com fantasia e humor a eventuais tolices ou malcriações. Mesmo o professor amado precisa ter consciência de que seus alunos sempre procuram sentir os limites e pôr à prova a sua paciência. A cada vez que o professor corresponde a esses “testes”, a confiança dos alunos aumenta. Eles aguentam mesmo uma punição, desde que seja justificada e permita sentir que a atitude está fundamentada no amor e na compreensão.

Ora, a experiência prática parece, cada vez mais, revelar o contrário. Parece diminuir a disposição para aceitar instintivamente a referida autoridade. Muitos professores relatam como é difícil e demorada a integração de uma classe recém constituída, no relacionamento que se espera. Isso certamente é correto. Mas ao julgar tal situação, que exige do professor um comportamento adequado, é necessário lembrar que a nossa pedagogia precisa sempre ter um efeito terapêutico. A constatação que a autoridade deixou de ser algo óbvio, revela que uma lei fundamental está sendo violada. Aceitar essa perturbação como base do nosso comportamento equivale a reconhecê-la como algo natural. Os nossos esforços deveriam ser dirigidos a uma recuperação do que deixou de existir. Isso torna a nossa tarefa mais difícil, mas também mais premente. A perda de respeito não é compensada por qualquer impulso positivo; só resta o caminho de desenvolver pacientemente uma nova relação sadia.

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Parece que, no tempo de R. Steiner, a situação era semelhante. Na vida pedagógica prática, também já existiam classes que aparentemente não mostravam o fervor que delas se esperava. Nesses casos, R. Steiner deu o conselho para não desesperar e ter confiança em uma evolução, que talvez ocorreria dentro de meses. Ele achava que a perseverança do professor daria em um resultado positivo. Ele não apontava para medidas exteriores capazes de restabelecer uma relação de autoridade, mas para uma atitude de paciência e para um trabalho interior do professor em si próprio. Temos a tendência de ver as crianças do passado como figuras ideais, mas elas, com certeza, já sofriam prejuízos culturais iguais àqueles que se fazem sentir atualmente, embora certamente de outras formas.

Nada levou R Steiner a questionar o princípio fundamental da autoridade. Ele sabia que toda a criança tem na alma o desejo de poder se submetera uma autoridade, mesmo se o seu comportamento exterior pareça indicar o contrário.

Observando os aspectos particulares do segundo setênio, percebem-se ainda nos primeiros dois ou três anos os ecos da época anterior e, nos últimos dois ou três anos, já os prenúncios do terceiro. A época dos sete aos nove anos é a transição da idade da criança pequena para infância, e a dos 12 aos 14 anos já anuncia a puberdade. Os conteúdos que aqui se seguem acompanham essa divisão.

Rudolf Steiner freqüentemente tem chamado de “Rubicon” o limite dos 9 anos de idade; essa expressão pressupõe que se tenha um pouco de formação clássica e não deve ser usada sem aspas. Ele se referia dessa maneira à passagem de um estado anímico a outro, caracterizado por uma relação mais consciente com o mundo. Antes desse hiato, o relacionamento da criança como mundo é caracterizado por uma autoconsciência ainda reduzida. Ela ainda se identifica, inconscientemente, com as coisas e com as pessoas ao seu redor. Mas aos 9 anos de idade, ocorre uma mudança: a criança fica mais distanciada, ela se vivencia, em contraste com o mundo, os objetos tomam-se mais “objetivos” no mesmo sentido em que são para os adultos. Em comparação com a puberdade, essa crise é apenas pequena, mas ela separa, de modo significativo, os três primeiros anos na escola dos anos seguintes. O estilo e os conteúdos do ensino precisam mudar de acordo com este aspecto.

A segunda mudança, durante o período do professor de classe, pode ser chamada de limiar da puberdade, ou de pré-puberdade. Mais uma vez, ocorre uma diminuição considerável da total entrega e começam a surgir algumas críticas. A transformação do corpo torna-se visível, muito antes que sejam percebidas as reações anímicas. Os meninos e as meninas seguem tendências diferentes, sendo que estas estão à frente no crescimento. Do lado psíquico ocorre uma certa caotização, mas há também um aumento da sensibilidade. Os jovens começam a julgar intelectualmente e essa capacidade passa a ser exercitada fortemente, em particular durante a época do & ao 9° ano da escola. O pensar lógico está quase totalmente disponível e argumentar se toma uma paixão. O professor deve mudar de atitude para poder enfrentara nova situação, ele deve ser capaz de pensar logicamente, de concatenar causas e efeitos, pois é isso o que os alunos querem aprender com ele.

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“Imagens”, eis a palavra-chave para o trabalho durante todo o segundo setênio. Quando as membramos de acordo com os períodos mencionados anteriormente, podemos ver o seguinte: de início, elas assumem o estilo dos contos-de-fada, das lendas, das fábulas, a natureza e a imagem são uma coisa só, o próprio mito é a realidade vivenciada. Entre o 9° e o 12° ano de vida, a imagem é vivenciada como complemento do mundo sensorial, ela é a essência que se acha por detrás do fenômeno. A alma da criança pode viver nas imagens porque ela quer chegar à essência das coisas. Na terceira fase, torna-se nítida a separação entre o mundo e a imagem, mas a alma pode expressar-se por meio de imagens; as crianças aprendem como ela, a alma, pode expressar-se por meio de imagens conceituais. O pensamento ainda pode ter o caráter de imagens a um ponto tal que o adolescente e mesmo o adulto precisam lutar para conseguir fazer delas uma expressão da verdade. Tais imagens do 2° setênio podem e devem constituir imagens verdadeiras, de tal monta que, podem submergir na alma e lá permanecer adormecidas durante muitas anos.

 

Por: Antroposofy

Bonecas de Pano – eternas companheiras

As Bonecas de Pano servem como eternas companheiras da criançada. São elas que farão com que a criança tenha uma grande lembrança no futuro. São elas que despertaram o cuidado e o carinho da criança. O hábito de proteger, de amar e o zelo são algumas características que a garotada despertará ao longo de sua infância.


Boneca Wladorf


O lúdico e a criatividade também serão trabalhados insistentemente, já que os pequenos deverão criar as mais inusitadas fantasias com o brinquedo. Poderão elaborar as as mais variadas situações do cotidiano, por exemplo: Se a criança brinca que é uma professora da boneca, ela poderá passar os aprendizados da escola e aquilo que os pais a ensinam durante toda a vida.

E além de tudo, as bonecas também poderão se tornar parte da turminha dos seus filhos. E caso ele seja mais tímido e acanhado, o brinquedo também poderá o aproximar das demais crianças que vivem ao seu lado, participando ativamente das brincadeiras. 

Feliz com um giz

“Quer fazer uma criança feliz?
É simples
Dê a ela um giz
E permita que no papel ela desenhe
Fantasie o mundo perfeito
De acordo com a sua imaginação
Sem precisar de nenhum efeito

Riscando e traçando
Sonhando e pintando
Desenhando o céu e as flores
Repleta de felicidade


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No seu mundo recheado de cores
Verde, branco, amarelo
Criando uma princesa dentro do castelo
Azul, preto, vermelho

Refletindo a beleza como um espelho
E toda a tristeza desse mundo
Passará com o riscar do giz de cera
Assim como passa tudo
Até aquela tempestade efêmera…” (Felipe Kohatsu)